CONVITE:

Convido todos a participar dando suas opiniões e críticas através dos comentários ou mandando textos para serem publicados (e-mail: luart2@hotmail.com).

Apresento o escritor que prefere a elegância e sensualidade de usar o pseudônimo de "Cazador", pois, acredita que a imaginação pode fluir mais solta no leitor se pouco for revelado.

sábado, 2 de junho de 2012

A FESTA

         Estava em uma festa de amigos e eu, na minha terceira bebida, estava animadíssima. Parei um pouco para descansar em um sofá que estava vazio. Sentei-me, encostei minha cabeça de uma forma que veria todos os convidados dançando, por um momento fechei os olhos.
Senti que alguém havia sentado ao meu lado, mesmo assim fiquei de olhos cerrados quando uma voz doce puxou conversa me mostrando como seus pés estavam sendo massacrados pelo sapato de salto. Ajeitei-me no sofá para ver os “tais pés machucados”... Iniciei um papo amigável com essa mulher que não conhecia. Em menos de 5 minutos estávamos com os copos cheios e risadas animadas saíam de nossas bocas como se nossa amizade fosse antiga.
Uma coisa me chamou a atenção nessa mulher, o decote de sua blusa. Uma blusa de seda (dessas bem fininhas e transparentes) que, apesar da estampa, delicadamente mostrava seus seios. Não conseguia tirar os olhos e fiquei com medo de que ela percebe o meu interesse...    
Levantei-me para pegar duas novas bebidas e ao retornar nossas mãos se esbarraram. Foi irresistível, toquei seu rosto e a beijei. Senti um calor invadir o meu corpo e ao mesmo tempo um medo de ser rejeitada (nunca havia beijado uma mulher!).
Nossas línguas se entrelaçavam, nosso beijo tornou-se cada vez mais úmido e um desejo forte foi tomando conta de nós. Paramos e, quando olhamos ao nosso redor, um amigo estava sentado em nossa frente nos olhando. Percebemos o seu desejo de continuar nos observando... 
Falei ao ouvido de minha nova amiga “que tal se fôssemos para um lugar mais tranqüilo nesta festa?” E, sem surpresa alguma, o convite foi aceito. Era uma casa dessas antigas com grandes e variados cômodos. Não demorou  para encontrarmos um quarto, onde havia muitos livros empilhados e uma pequena cama de solteiro. Deixei a porta aberta, havia percebido que aquele amigo estava nos seguindo.
Foi como um relâmpago invadindo o meu corpo. Não conseguia controlar os meus impulsos e toquei seus seios, perfeitos, com bicos rijos. Minha língua percorria seu corpo, meus seios tocaram os dela. Senti que uma mão invadia minhas pernas e minha calcinha estava sendo arrancada, percebi que um homem chegava à brincadeira... 
Aquela mulher resolveu brincar com meu clitóris, passando sua língua e fui tomada por um desejo de se deixar ser tomada por quatro mãos, por duas línguas e um pênis.
Nunca havia sentido tanto prazer, aquele homem me beijando deixando com que eu tocasse seu membro e, ao mesmo tempo, sendo invadida por uma língua. Fui ao céu!
Tremiam todos os músculos do meu corpo, flutuei. Desliguei-me do mundo por segundos e não queria voltar.
Quando aquele torpor passou percebi o que havia acontecido e, para minha surpresa, decidi retribuir o prazer que havia sentido.
Aquela mulher, que eu nem sabia o nome, me olhava satisfeita. O meu amigo sorria e percorria suas mãos pelo meu corpo e de minha parceira.
Aquele era o momento certo de repetir a dose. Bom, isso já é para outro conto...


                                                               Lisbeth

quarta-feira, 30 de maio de 2012

INESPERADO

Nem poderia imaginar!!! Uma simples viagem de volta do trabalho seria tão inesquecível assim. O Ônibus saía do ponto: Corri, dei sinal! O motorista contrariado, parou, abriu as portas. Logo disparou, com tanta pressa!!! Desequilibrei-me. Um tórax largo me amparou! Suas mãos seguraram a minha cintura!! Ouvi uma voz rouca dizer: “Cuidado!” Juro que pensei em olhar para ele, agradecê-lo por ter impedido minha queda! Juro! Seria o esperado! Não pude! Não consegui! Uma forte energia me deteve...bem ali!!! Ousei em olhar para trás, de relance. Seus olhos negros brilhavam, fixos em mim! Era um homem atraente. Ele segurou-me mais forte. Com delicadeza, puxou-me para junto de seu corpo. Suspirou em meu ouvido. Sua respiração arrepiou-me inteira! Meus mamilos se enrijeceram. Beijou-me o pescoço. Desencadeou uma onda de calor, minha respiração começou a se alterar! Meu coração disparava! Fechei os olhos! Queria recompensá-lo por todas aquelas sensações tão inesperadas! Arrebitei meu bumbum e forcei para junto dele. Dei uma, disfarçada, rebolada. Ele disse em meu ouvido: “Delícia!” Nossa, que loucura!! O que estava fazendo?!! Abri os olhos. Notei alguns olhares. Parece que me excitei ainda mais! Parou o ônibus e entrou mais pessoas. Já estava meio apertado. Nem todas as luzes estavam acesas. Estava vestida com um casaco largo e comprido. Ele colocou uma das mãos entre meus botões, como se fosse aquecer-se. Longe disso, escorregou sua mão para dentro de minha calça. Calcinha. Sim, acariciava-me lentamente. Estava úmida, e a cada movimento, com todo cuidado para ninguém perceber, tinha vontade de gemer de prazer! Coloquei minha mão para trás, seu membro estava para fora da calça. Fora!! Enchi minha mão! Não poderia fazer mais nada, naquela situação! Ele ensaiou um vai e vem, o exprimi contra a parede do ônibus, para impedi-lo! Ele disse: “Vamos descer?!!!” Balancei minha cabeça negativamente. Com isso, aumentou os movimentos de suas carícias. Sugou e mordeu meu pescoço. Sim!!! Não aguentei mais...!!! Tremia...Ficamos imóveis, por um tempo! Deitei minha cabeça em seu peito. Olhei para aqueles olhos negros, jamais esquecerei! Ele sorriu. Passei a catraca e desci. Nem sei aonde...
                                  
                                                                     Lana

terça-feira, 15 de maio de 2012

BIKES


O Sol brilhava dentre as árvores, com uma brisa leve e fresca de outono.
- Vamos!
- Teremos de descansar muitas vezes!
Ele riu.
- E precisa me fazer uma promessa!
- Tudo isso, por um simples passeio de bike?! Sempre exagerada!
- Terá de me fazer uma massagem.
- Será um prazer!
Os dois riram.
Foi muito agradável! Observamos a paisagem, conversamos, rimos!
Em alguns momentos, colocamos fones de ouvidos. Música alta! Introspecção.
Experimentei uma sensação de liberdade, que há muito não saboreava! Abri os braços e deixei o som e o vento me conduzir!
Quase perfeito! Até minhas pernas começarem a reclamar:
- Quero descanso!
- Minha casa é mais perto!
Olhei seus lábios pareciam macios e firmes.
- Ah...claro!
Nem demorou... Minhas pernas não me obedeciam mais!
Ele percebeu que estava exausta.
Logo que encostou, me ajudou a descer e guardou as duas “bikes” na garagem.
Ao subir as escadas, brincou de me dar um empurrãozinho. Suas mãos ocupavam minhas costas inteiras! Senti um calor subir até a nuca.
Comemos e bebemos algo.
Descansamos ali no sofá.
Adormeci. Nem sei por quanto tempo.
Acordei com uma sensação tão gostosa... Seus lábios e sua língua me acariciavam... Apenas vi sua cabeça entre minhas pernas. Excitei-me ainda mais!
Ele me olhou e disse:
- Pode ser assim?!
O som de sua voz me hipnotizou, não conhecia aquele efeito! Apenas sorri. Deliciei-me!!!
Levantei. Tirei sua camisa. Provoquei com um beijo, passei minha língua nos seus lábios e mordi de leve! Enquanto, sussurrava em seu ouvido, abaixei seu short... Senti um volume ainda maior. Apertei! Ele gemeu.
- Eu quero!
- Eu sei!
Rocei meus lábios carnudos e depois minha língua... gemia! Envolvi todo em minha boca, estava quente e duro.
- Assim, assim... 
Estava adorando, mas me impediu de continuar. Queria... Me pegou no colo, e me levou para sua cama. Deixou-me de costas. Esparramou óleo sobre mim. Começou a prometida massagem. Fazia um deslizamento profundo, começava dos pés subindo até os ombros, descia com os dedos em garras de forma, ora mais leve, ora forte, até os pés. Depois se concentrou num vai e vem na lombar e glúteos. Deitou sobre mim e me beijou a orelha.
- Gostou da minha massagem?
- Aprovado! Adorei!
Afastou mais minhas pernas e começou a me lamber e explorar toda aquela região! Gemia de puro prazer!!
Sentou em minhas pernas... o senti me penetrando!! Cavalgou sobre mim... até o êxtase!!!
Deitou-se ao meu lado.
Ficamos nos olhando...
Olhando por muito tempo...


                                                                    Lana

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O PRESENTE


           - Lia, já posso tirar a venda dos olhos?
           - Ainda não, querido, seu presente está sendo embrulhado.
“Humm, será que ela lembrou daquele relógio que vi outro dia na vitrine?” – pensei.
           - Mas, que demora para embrulhar um relógio!
           - Quem disse pra você que é um relógio?
           “Xi, o que será que ela comprou? A semana toda dei dicas pra ela, só me faltava...”
           - Oi, querido, já pode tirar!
           - Puxa que demora, eu...
Por um momento, achei que estava sonhando.
- Lia, quem é ela?
- Seu presente, querido!
Primeiro fiquei em estado de choque, soltei um sorriso.  Lia vestia uma langerie preta. Ela é uma mulher estonteante. Gordinha, mas nem tanto... ela tinha tudo muito bem distribuído. Cabelos negros, compridos e curvas deliciosas. Seu bumbum empinado me deixava louco! Falávamos sobre tudo e nosso principal assunto: sexo! Muita afinidade, muita química...conversávamos sobre nossas fantasias mais loucas...mas jamais pensei que uma delas iria se realizar hoje.
-Essa moça é a Cris. Gostou?
Uma ruiva de cabelos curtos, estilo Chanel, com um pouco de sardas no rosto.  Seus olhos azuis me impressionaram.
- A d o r e i ! Mas...posso toca-la?
Lia deu uma risada deliciosa.
- Querido ela é sua! Aliás, nós duas! Mas..vou adorar ver vocês juntos!
Lia, abaixou a luz do quarto e colocou uma musica. As duas começaram a dançar pra mim. Eu fiquei, hipnotizado. De costas, mostravam os bumbuns...de frente, passavam a mão em seus seios.
- Vocês...ensaiaram juntas?
“Elas bem que podiam se beijar!”
- Não do jeito que você está pensando. Mas, ensaiamos sim...olhe!
Cris ficou por trás da Lia e tirou uma alça do sutiã e depois a outra. Lia  dançou mais um pouco assim, segurando o sutiã. Depois soltou aqueles lindos seios grandes, que tanto amo. Depois, fez a mesma coisa com a Cris. Ficou por trás dela, tirou uma alça e depois a outra e pronto. Dois pequenos seios, lindos!
“Tô no paraiso.”
Lia ficou agachada e tirou a calcinha da Cris. Deu um beijinho nele o que me deixou doido. “Aaah...será?”  
- Querido hoje é o máximo que você vai ver...quem sabe outro dia.
Bem....sempre fantasiei ver a Lia com outra mulher. Beijando, se tocando, mas, isso tá demais! Cris também se agachou e tirou a calcinha da Lia e beijou seu bumbum. As duas davam pequenas risadas e ficaram nuas para mim!
- Querido ela é sua!
Cris se aproximou de mim na cama e me beijou. Olhei para Lia, que sorriu, ela estava adorando aquilo, também. Beijei Cris com muita intensidade, fui atrás daqueles seios pequenos e lindos. Ela gemia de prazer. Olhei para Lia que estava no sofá, sentada, nos observando com muito tesão. Cris olhou pra mim maliciosamente e tirou minha cueca. Lambeu meu membro já duro e o chupou com muita intensidade. Eu via a Lia se contorcer no sofá, começando a se masturbar. Deixei Cris explorar bastante e depois a deitei e a beijei demoradamente. Estava de costas para Lia, mas escutava os gemidos dela e isso me excitava mais ainda. Passei a língua, beijei e mordisquei aqueles peitinhos lindos. Cris gemia muito. Beijei suas coxas e cheguei no ponto onde queria...coloquei minha língua lá e ela quase gritou. Agora podia escutar os gemidos da Cris e da Lia. E quanto mais chupava a Cris, mais Lia ficava com tesão...então ela resolveu participar:
- Chega, não aguento mais!
Lia me puxou e começou a chupar meu membro com muita vontade. Cris me beijava e sorria. Abaixou-se e as duas ficaram disputando meu pênis. Elas balançam seus cabelos para trás, para o lado...isso me deixou com mais tesão ainda.
-Querido...coma ela!
Coloquei a Cris de quatro. Lia ficou atrás, me abraçando enquanto eu penetrava Cris. Beijava-me no pescoço na orelha e via Cris me olhando...sorrindo!
- Querido, ela é sua! Come...come ela!
Obedeci, mas...não queria gozar agora. Faltava comer a Lia.
Invertemos a posição e coloquei a Lia de quatro. Penetrei-a com muita vontade e ela soltou um gemido que jamais vou esquecer.
- Um dia, vou comer sua mulher!
Quando Cris falou isso no meu ouvido...eu quase gozei. Parei...segurei o folego...Lia, balançava o quadril...pedindo mais.
-Amor...por favor...não pare!
Eu fiquei parado...sem saber o que fazer, por um momento, mas Cris me provocava mais:
-Vou chupar ela toda...beija-la.
Antes que ela continuasse,  a beijei. Coloquei a Lia de conchinha na cama e a penetrei por trás.
- Que gostoso! - Cris ficou deitada atrás de mim, me provocando de novo...me deixando com muito tesão - Gosta de comer por trás, não é? Eu também adoro dar assim...você me come, depois, também?
Eu não conseguia dizer uma palavra.
- Que gostoso...gostoso...humm..
Lia...estava quase gozando quando parei. Virei-me e penetrei Cris.
- É assim que você queria?
Cris olhou pra mim e sorriu. Fechou os olhos e gemia muito.
- Um dia, vou comer ela...sabia? - Não acreditava no que estava ouvindo. Lia...falava essas coisas no me ouvido..tive que parar várias vezes para não gozar. - Come ela...ela é sua, sua! - Enquanto falava isso, Lia se masturbava.
Cris gozou primeiro e eu, logo depois,  gozei profundamente e Lia me abraçava e me beijava enquanto gozava.
Despedi da Cris, com um abraço e um beijo.
- Feliz aniversário!
- Obrigado, Cris!
Elas deram um selinho e minha imaginação correu solta.
- O que foi?
- Já sei o que vou querer no próximo aniversário.
- E quem disse que precisamos esperar até o próximo aniversário?
Demos muitas risadas... O que será que me espera?


                                                                                                                                           
                                                                                                        Cazador

segunda-feira, 30 de abril de 2012

O PROVADOR (PARTE 2)


Juliana entrou e beijou demoradamente Fernando. Helena ficou observando com a boca aberta.
- Ah...esse vestido sai muito. Eu mesma tenho uns três no meu armário. - disse Juliana.
- Bem...ainda não consegui provar – disse, desapontada, Helena.
- Eu te ajudo a provar...
Juliana pegou Helena desprevenida e lhe deu um beijo. Helena nunca tinha beijado uma mulher antes, sentiu um arrepio percorrer suas costas. Ela continuava com os olhos fechados assim que Juliana se afastou dela.
- Que foi isso? - disse ela ainda tremendo. Juliana riu:
- O sinal para continuarmos. Mas...não aqui!
Juliana e Fernando levaram Helena para uma sala, toda vermelha. Sofás, poltronas, uma enorme cama vermelha e um poste no meio da sala esperavam por eles. Meia luz e um espelho enorme no teto.
-Que lugar é esse?
- Querida, seu lugar para experimentar a roupa.
Fernando sorriu e já sabia o que ia acontecer depois.
Juliana ligou o som e começou a tocar uma musica bem sensual. Era uma morena de cabelos negros, seios fartos, coxas grossas. Deixava Fernando e Helena hipnotizados. Ela se aproximou de Helena e começou a vesti-la, mas ao mesmo tempo tirava a roupa...provocando-a. Seus corpos se tocavam, os seios, bumbuns...bocas....
-Como você consegue? - perguntou Helena arrumando os óculos.
-É meu trabalho querida!
Assim que Helena sentou-se, já vestida, Juliana foi para o canto e começou a terminar de tirar a roupa no poste. Entre um balanço do quadril e uma descida até o chão...ela tirava uma peça. Fernando ao lado de Helena...era apenas expectador....mas...isso ia durar pouco.
Juliana chamou Helena para dançar com ela. Ela ficou sem saber o que fazer, olhou para Fernando e esse acenou com a cabeça, consentindo. Ela foi, meio sem jeito e Helena a puxou mostrando o que deveria fazer. Ao som daquela musica e  luzes, as duas deixaram Fernando boquiaberto e excitado. Helena começou a tirar aquele vestido, imitando Juliana. As duas estavam rodopiando no poste, dançando, se tocando, se beijando. Fernando não aguentou:
- Chega de ser coadjuvante!
Ele entrou no meio daquela confusão. Ainda nu...Juliana se abaixou e começou a chupar o membro duro de Fernando enquanto Helena o beijava.  Fernando olhou para Juliana e ficava muito excitado a vendo...daquele jeito. Juliana alternava beijando o membro dele e chupando. Helena resolveu participar com Juliana. Elas,  então,  alternavam: beijando...chupando e se beijando.
- Aaah..parem...assim eu gozo!
As duas obedeceram e foram todos para a cama.
Fernando penetrou Juliana que estava já de quatro.
- Fica na minha frente querida – Juliana disse para Helena que ficou de quatro na frente dela. Juliana então começou a chupa-la o que a deixou doida. Helena murmurava alto e dava gritinhos de prazer. Juliana a abraçou naquela posição e pegou os seios de Helena. Aproximou-se, lambeu suas orelhas e a beijou.
- Vou fazer você gozar como nunca gozou antes querida!
- Não...não....- Helena já descontrolada.
Juliana pediu para Fernando deitar-se e Juliana sentou em Fernando.
- Aaaah...que delicia! Querida...senta no rosto dele...você vai viajar agora!
Helena sentou e Fernando começou a chupa-la. Ela olhava para baixo e não acreditava no que estava acontecendo. Olhou para Juliana que soltou um sorriso enquanto cavalgava. Juliana tocava e chupava os seios de Helena, puxou e a beijou.
- Adoro seus beijos...posso gozar com eles!!!
-Então...seu pedido será atendido - respondeu Juliana.
Aproximou-se de Helena a beijou profundamente. Fernando continuava chupando Helena e penetrando Juliana.
- Aaaah...vou gozar!!! - gritou Fernando.
As duas ouvindo isso...ficaram mais excitadas....gozaram com as bocas ainda coladas. Os três caíram juntos...abraçados.
- O que foi isso?! - perguntou Helena.
- Querida, você é muito gostosa! Que bom que você entrou, hoje, aqui! Né amor?
- Te amo, Ju!
Helena olhou para os dois e perguntou:
- Vocês dois são casados?
- Sim...há 10 anos.
Helena sorriu.
- Sempre...fazem isso?
- Só quando o dia está chato. E é quase todos os dias- Juliana soltou uma gargalhada seguida por Fernando.
Helena deitou-se e disse.
- Foi o dia mais chato da minha vida!
Todos riram e terminaram em um longo beijo.




                                                                    Cazador

segunda-feira, 16 de abril de 2012

ANOS DE LOUCURA


Nos conhecemos numa tarde de muito sol, muito calor.
Ele tinha tristeza no olhar, o que combinava comigo.  
Era pintor e logo me tornei sua modelo. Eu o encontrava  quase todo dia. Adorava quando posava e dividia momentos do meu dia com ele. Enquanto me pintava, ele ia acordando em mim uma mulher há muito adormecida.  
Seduzia-me o modo com que suas palavras de carinho pincelavam, em sua tela, a minha imagem. E como sua alma de artista fazia com que, devagar, pouco a pouco, sem pressa, eu retirasse as vestes. Cada vez que nos encontrávamos mais nua eu ficava.
Enquanto ele trabalhava sem camisa, revelando, em seu peito, pelos meio grisalhos, eu o observava. Meu corpo se arrepiava com a visão. Via suas mãos grandes e hábeis segurando o pincel. O calor aumentava vendo seu olhar, muitas vezes de cobiça, sobre o meu corpo. E percebia, também, sinal de ternura quando nossos olhares se encontravam,  o que me fazia sonhar.
Ele nunca me tocava, mas, muitas noites, sozinha em minha cama, sua presença era quase física. Fazíamos amor e loucuras na minha imaginação. Aquelas mãos, que tanto me chamavam atenção, largavam o pincel e percorriam meu corpo. Com suavidade e firmeza ele moldava meus seios, minha cintura, meu quadril, minhas nádegas, meu sexo... Colocava formas e cores no meu corpo. Com seus beijos ele selava sua assinatura na minha pele, atestando assim que eu era sua. Era a sua obra de arte. Eu me sentia cada vez mais bela e queria dar-lhe um mundo de prazer e fazê-lo ver que com amor e tesão poderíamos criar o mais lindo dos quadros. Nessas noites, eu gozava gritando seu nome. E com a cabeça no meu travesseiro, adormecia imaginando ser seu peito, embalada com a vida pulsando dentro dele.
Dias, meses, anos passavam e nada mudava com meu pintor, continuava dividindo, de dia, a minha vida, nos momentos que o encontrava e de noite, fantasiava loucuras.
Quando posava para ele já me revelava inteira, nua, sem segredos... sem medos... entregue...
E talvez tenha sido por isso que certo dia ele perdeu o interesse. De repente, aconteceu:  o pincel parou. Meu quadro foi deixado de lado.  Outra pintura tomava sua atenção. Outra modelo vivia, agora, para meu desespero, muito mais do que eu:  vivia o que eu tanto desejava nas minhas noites solitárias. Vivia, com ele,  os momentos que eu tanto sonhava.
E de noite, na minha cama, não surgia mais seu nome das profundezas do meu prazer. A fantasia tinha sido, fatalmente, colocada de lado  junto com a pintura e levando consigo parte da minha alma...

                                                            
                                                               Helena


quarta-feira, 11 de abril de 2012

DESPEDIDA

      
         Eu estou parado em frente ao prédio. Atrás de mim, a lua ilumina a noite e o mar solta sua brisa que percorre minha pele. Eu posso ver algumas nuvens...sinto cheiro de chuva. Olho mais para cima e vejo uma luz saindo do apartamento...”será que ela já chegou?” - minhas lembranças das noites anteriores me castigam. “Nunca mais?”
           Tomo coragem. Percorro a rua, entro e cumprimento o recepcionista.
- Mesmo apartamento, senhor?
Eu sorrio e aceno com a cabeça.
Entro no elevador e olho para o número do andar, mas só consigo lembrar no número do apartamento, 27. Enquanto subo...fico lembrando quantas vezes nos encontramos aqui e quando foi a primeira vez. Meu coração aperta e abaixo a cabeça procurando algo que perdi. Demora uma eternidade para o elevador chegar e afinal...não queria que chegasse. Ao abrir a porta, aquele carpete vermelho, um vaso em cima de uma banqueta e aquele quadro, “O beijo”...nunca mais vou esquecer o nome do pintor, Gustav Klimt. Eu sempre esquecia o nome dele, mas ela me fazia lembrar...me dando um beijo toda vez que eu errava a pronuncia. Acho que é por isso que gosto tanto desse andar...desse apartamento...desse quadro.
Ela deixou a porta aberta...sabia que era eu. Uma música suave toca e posso sentir a brisa entrando pela janela. Vejo pétalas de rosa jogadas pelo chão. Sorrio...vou até a sacada e vejo, além do mar, uma lua linda, que ilumina, fazendo sombras, invadindo nosso quarto. Aqui fora tantas vezes deitamos, sentamos, olhamos o mar...fizemos amor. Meu coração aperta de novo e antes que eu possa me recordar de mais alguma coisa, ouço passos e quando me viro só consigo ver suas pernas sobre um salto alto. Meu coração salta!
- Venha mais perto! – digo
Você se aproxima da única luz que ilumina nosso quarto, vinda de fora. Você está usando uma lingerie preta de seda. Seus cabelos estão presos, formando um coque. Você me olha meio assustada, talvez sabendo o que estar por vir.  Eu me aproximo de você te faço um carinho no rosto e te beijo. Você encolhe os ombros e me mostra tua língua quente.
-Você está linda!
-Obrigada - sorriu olhando pra mim.
Pego uma taça de vinho que nos esperava gelando e bebemos, nos olhando. Você solta uma lágrima que me emociona. Quando terminamos, puxo você e te chamo para uma dança. Abraço-te antes e a beijo novamente. Dançamos nos olhando e sorrindo sem parar um para o outro. Conto algo engraçado e você ri...adoro ver você rir! Entramos num ritmo gostoso e seu quadril balança suavemente. Eu paro e beijo teu pescoço subindo para sua orelha. Você fecha os olhos e solta um suspiro. É a senha para eu continuar naquela região por mais um tempo.  Viro-te de costas e te abraço. Você sente minha virilidade e fica mais excitada.
“Você me deseja!” - pensa.
Você se vira, me beija profundamente e desce. Abre o zíper da minha calça e o coloca todo na boca, já duro. Fico em êxtase vendo você me chupando daquela maneira. Fico em êxtase toda vez que olha para mim. Puxo você  para cima e outro beijo profundo...com paixão. Coloco-a sentada na cama e fico atrás de você. Pego um lenço de seda preto e te amarro. É como se eu dissesse para você: “não vá embora, porque você é minha!” Começo a tirar seu sutiã...devagar, deixando cair a alça por cima do seu braço. Minhas mãos seguram teus seios e os acaricio. Beijo você no pescoço e novamente sua orelha. Seguro seu cabelo e puxo sua boca em direção a minha. Sufoco seu suspiro nesse beijo. Desço minhas mãos e as coloco por dentro de sua calcinha. Você fecha os olhos e abre a boca soltando gemidos. Eu começo a massagear e aumento o ritmo. Tampo sua boca com minha mão...docemente...mas antes de você gozar, eu paro.  Deito você na cama e te beijo profundamente. Tiro sua calcinha e beijo você devagar...te chupo! Viro-a de bruços e coloco você de quatro pra mim. Pego um lenço de seda, preto...que estava embaixo do travesseiro e você se assusta. Antes de fazer o que pretendo...passeio com ele por suas costas, seu bumbum, o que te deixa arrepiada. Por fim...te amordaço com carinho e te chupo nessa posição. Você geme de novo e isso me excita mais e mais. Eu paro e fico te olhando...a visão me deixa enlouquecido. Você...linda...toda pra mim...parece um sonho e talvez...tenha sido. Você murmura algo...e claro, entendo: continuar. Volto a te chupar mais e mais. Eu paro, olho para você. Não quero gozar agora...não quero que você goze. Queria que isso fosse eterno...como aquele quadro. Eu não consigo resistir mais e te penetro..seus olhos fecham, solta um murmuro. É o sinal para continuar. Pego no seu coque e te puxo.
- Você é minha!
Pego nos teus seios, beijo teu pescoço e continuo te penetrando. Teus gemidos são intensos, mas paro. Tiro sua mordaça e te desamarro... te dou um beijo...
- Te amo! 
- Eu também!
Vamos para varanda. Sentimos o cheiro do mar e a brisa que nos cerca nos faz...levitar por alguns instantes...como se tudo...fosse um sonho.
Eu me deito, outra vez,  na cama, ela estava pronta nos esperando com um lençol de seda e você senta em mim. Teus cabelos estão soltos, dançando junto com aquela brisa. Eu solto um murmuro quando você começa a cavalgar. Eu pego nos teus seios, teu corpo. A luz da lua ilumina teu corpo...você brilha! Eu quase perco os sentidos quando gozo e você logo em seguida. Você deita sobre mim...e me olha...com um sorriso lindo. Pergunto:
-Última noite?
-Sim...você sabia disso.
Conversamos mais um pouco, recordamos da primeira vez que nos vimos. Você levanta, vai pra varanda e empina o bumbum pra mim.
- Venha...vai ser a melhor noite nossa!
Eu a penetro e nossos olhos percorrem aquela imensidão escura.
- Não vá, fique!
- Eu...preciso...não temos escolha!
Gozamos novamente...como nunca.
Novamente, nos olhamos, abraços...beijos.
Depois, já no corredor, olhamos para o quadro, ela novamente...solta uma lágrima. Olho pra ela e a beijo....como naquele quadro.
Na rua, nos despedimos...eu fico parado enquanto seu vulto desaparece. Eu olho para cima....começa a chover.



                                                                     Cazador